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olharevora

Um olhar crítico/construtivo sobre a cidade de Évora

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Um olhar crítico/construtivo sobre a cidade de Évora

Sociedade colombiana acabou com ameaça alentejana e portistas já estão nos "quartos

12.12.10 | barak

Desta vez não se repetiu a goleada de Dezembro de 1997 ?(9-1), não surgiu um goleador superinspirado (Jardel) e o estádio era outro (há 13 anos jogou-se nas Antas). O reencontro entre FC Porto e Juventude de Évora para a Taça de Portugal, agora no Estádio do Dragão, teve um resultado mais "modesto", mas teve também uma figura em destaque. Se em 1997 Jardel deu nas vistas pelos sete golos em 45 minutos, agora foi a vez de o jovem James Rodríguez brilhar. O colombiano não marcou, mas mostrou qualidades para merecer mais oportunidades. Num jogo de sentido único, o FC Porto ganhou tranquilamente por 4-0.

A equipa inicial de André Villas-Boas não fugiu muito ao habitual. Sem Beto (o habitual titular na Taça), o polaco Kieszek teve a oportunidade de se estrear oficialmente, na defesa Sereno fez dupla no centro com Maicon e no ataque James Rodríguez jogou no lugar de Varela.

Para os alentejanos, quintos classificados da Zona Sul da II Divisão, a missão no Dragão era quase impossível, mas o objectivo era serem a primeira equipa a derrotar o FC Porto esta época e igualar a sua melhor participação na prova.

No entanto, o Juventude de Évora encontrou pela frente um adversário que não facilitou. Mesmo com Hulk abaixo do rendimento que tem demonstrado esta temporada, o FC Porto contou com um meio-campo em bom nível, onde Ruben Micael fez (bem) de Belluschi, Moutinho esteve ao (bom) nível de sempre e Guarín não deixou ficar mal o resto da sociedade colombiana que brilhou na frente.

Sem dificuldades, os portistas adiantaram-se no marcador aos 11": Rodríguez recuperou a bola no meio-campo, foi à linha e centrou para a área, onde surgiu Falcao a desviar para o fundo da baliza. O segundo golo apareceu a seis minutos do intervalo e contou com a intervenção do trio de colombianos do FC Porto, mas coube a João Moutinho o remate final. O ex-sportinguista marcou o primeiro golo com a camisola azul e branca.

A segunda parte teve menos qualidade e Villas-Boas aproveitou para poupar jogadores influentes, como Hulk e Falcao, mas os portistas voltaram a festejar mais dois golos da autoria de Álvaro Pereira (69") e Walter (84").