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olharevora

Um olhar crítico/construtivo sobre a cidade de Évora

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Um olhar crítico/construtivo sobre a cidade de Évora

Agentes de Évora manifestam-se para exigir pagamentos

29.06.11 | barak

Os principais agentes culturais de Évora aproveitam hoje o feriado municipal para, numa iniciativa noturna, manifestar preocupação com o "esvaziamento cultural da cidade" e exigir ao município o pagamento de subsídios em atraso referentes a 2009 e 2010.

 

A ação de protesto, marcada para as 20:30 na Horta das Laranjeiras, no recinto da Feira de S. João, que está a decorrer em Évora, prevê a distribuição de folhetos e a exibição de cartazes, em forma de laranja, com mensagens como "por uma cidade cultural ativa" e "cultura dá frutos".

Em declarações à Agência Lusa, o diretor do Centro Dramático de Évora (CENDREV), José Russo, reconheceu que a situação da autarquia "é complicada", devido aos cortes nas transferências do Estado, mas reivindicou que se encontre "uma solução para o problema".

"O que exigimos é que se encontre uma solução para o problema, que se estabeleça um plano de pagamentos, que se faça um acordo e que as coisas se resolvam, porque os meses não podem passar e os anos não podem passar sem que haja uma solução", disse.

O responsável lamentou que "metade dos subsídios de 2009 e de 2010 estão por pagar" aos agentes culturais da cidade e em relação a este ano "ainda não existe um regulamento de atribuição de subsídios à atividade cultural".

Contactada pela Lusa, a vereadora da cultura da Câmara de Évora, Cláudia Sousa Pereira, adiantou que o município está a negociar com entidades bancárias a hipótese de contrair um empréstimo que permita fazer o saneamento financeiro da autarquia.

Encantos turísticos

28.06.11 | barak

Évora encantou o jornalista do ‘The New York Times’ que fez uma reportagem recente sobre a capital alentejana, um destino turístico surpreendente a menos de duas horas de carro de Lisboa.

 

É fácil gostar de Évora e do Alentejo, da arquitectura, da paisagem, da gastronomia e das pessoas. Apesar de as belezas alentejanas e de outras regiões do País ainda serem um segredo bem guardado, partilhado por muito poucos, especialmente nos mercados que marcam as tendências mundiais: Estados Unidos e Norte da Europa, o turismo já é um motor fundamental da economia portuguesa, mas pode valer ainda muito mais e gerar mais riqueza e mais emprego.

Para isso é fundamental não estragar a paisagem , recuperar as cidades e garantir a segurança. Esse será o melhor cartão de visita.

Destinos sugere hotéis 5-estrelas no Alentejo

28.06.11 | barak

Presstur 28-06-2011 (11h29)O operador turístico Destinos acaba de anunciar preços a partir de 80 euros para estadas até 31 de Julho em unidades 5-estrelas no Alentejo, designadamente em Elvas, Estremoz, Montargil e Évora.

O 5-estrelas Estalagem Quinta de Santo António é a opção para Elvas, com preços a partir de 80 euros por noite em quarto duplo, em regime de alojamento e pequeno-almoço (APA).

Para Estremoz a sugestão é o Páteo dos Solares, também em APA, com preços a partir de 118,75 euros.

No caso de Montargil a proposta é o CS Hotel do Lago Montargil, a única em regime de meia pensão (MP), desde 143,75 euros.

Para a histórica cidade de Évora, por sua vez, os 5-estrelas propostos são o Convento do Espinheiro, desde 162,50 euros, e o M’Ar De Ar Aqueduto, a partir de 190 euros.

A informação especifica que os preços não incluem despesas de reserva do operador, com custos de 12 euros, nem taxa de reserva da agência, cujo valor deverá estar afixado na loja.

AS LARANJAS TÊM SUMO!

28.06.11 | barak

Encontro

29 Junho, 20.30h

Horta das Laranjeiras, Feira de S. João, Évora


A relação entre o município de Évora e a generalidade dos agentes culturais da cidade, encontra-se numa fase muito difícil 
desde 2009: pela indefinição de critérios, falta de cumprimento com os compromissos assumidos, e atraso nos pagamentos contratualizados.

 

Ponto da situação actual:

referente a 2009: a maioria dos agentes culturais ainda não recebeu os subsídios protocolados;

Referente a 2010: nenhum dos protocolos de subsídio anteriormente estabelecidos foi cumprido, nem se fizeram novos protocolos, nem pagos (naturalmente). Desde o início de 2010 que a Plataforma Cultura Évora solicita reuniões para resolver este problema, e não houve nunca qualquer resposta do executivo camarário.

Alguns agentes culturais (uma minoria) contratualizaram com a Câmara Municipal um financiamento ao abrigo do InAlentejo, não estando estes financiamentos pagos na totalidade.

Referente a 2011: os agentes culturais continuam a aguardar que o regulamento de atribuição de subsídios à actividade cultural entre em vigor.

 

O dia da cidade (29 de Junho) é o dia certo para afirmar que não nos conformamos com o esvaziamento cultural da cidade Património Mundial.

CULTURA = CIDADANIA é uma laranja cheia de sumo que não nos deixaram plantar na horta das laranjeiras no dia de inauguração da feira de s. joão (Évora), porque “feria o património”.

 

Plataforma Cultura Évora

Estudo entregue à troika propõe fecho de 800 km de linha férrea

27.06.11 | barak

Documento feito, à revelia da Refer, pelo anterior Governo do PS deixa a rede ferroviária circunscrita basicamente ao eixo Braga-Faro, Beira Alta e Beira Baixa. Restantes linhas seriam amputadas ou desapareceriam.

A concretizar-se, será uma razia idêntica à do fim dos anos de 1980, quando Portugal encerrou 800 quilómetros de linhas de caminho-de-ferro, sobretudo no Alentejo e em Trás-os-Montes. O Governo de José Sócrates propôs à troika o encerramento de 794 quilómetros de vias-férreas, também com particular incidência no Norte e no Alentejo, mas desta vez incluindo algumas linhas do litoral, como a própria Linha do Oeste, que seria encerrada entre Louriçal e Torres Vedras (127 quilómetros). 

O estudo foi realizado, à revelia da Refer, por uma equipa conjunta do Ministério das Finanças e do Ministério das Obras Públicas e Transportes. E consolida o fim das linhas que até agora estavam encerradas "provisoriamente" à espera de obras de modernização (Corgo, Tâmega, Tua e troços Figueira da Foz-Pampilhosa e Guarda-Covilhã, num total de 192 quilómetros). Inclui também a Linha do Douro, entre Régua e Pocinho (68 quilómetros), a Linha do Leste entre Abrantes e Elvas (130 quilómetros), a Linha do Vouga (96 quilómetros), o ramal de Cáceres (65 quilómetros), a Linha do Alentejo entre Casa Branca e Ourique (116 quilómetros). Esta última deixaria Beja sem comboios, apesar de, neste momento, a CP estar a preparar uma oferta especial desta cidade aos Intercidades de Évora.

O documento foi apresentado à troika como uma medida eficaz de redução da despesa pública, uma vez que tem um forte impacto simultâneo nas contas da Refer e da CP. Na primeira empresa reduz custos de manutenção e de exploração e na segunda permite-lhe acabar com o serviço regional onde este é mais deficitário (embora nalgumas linhas a abater exista um significativo tráfego de mercadorias).

O impacto deste eventual encerramento deixa a rede ferroviária circunscrita basicamente ao eixo Braga-Faro, Beira Alta e Beira Baixa, desaparecendo as restantes linhas, sendo amputadas outras. 

O PÚBLICO apurou que a administração da Refer não subscreve esta visão sobre a ferrovia portuguesa e que tem em cima da mesa um documento de trabalho - ainda não terminado - com uma proposta de cortes mais modesta.

Nela se mantém o fecho das linhas já encerradas (com excepção da ligação Guarda-Covilhã) e se estuda o encerramento do ramal de Cáceres (Torres das Vargens-Marvão), a Linha do Vouga apenas entre Albergaria e Águeda (14 quilómetros) e a Linha do Alentejo entre Beja e Ourique (36 quilómetros). No total, são 240 quilómetros, contra os 800 preconizados no documento elaborado pela equipa mista das Obras Públicas e das Finanças do Governo anterior, liderado pelo PS.

Técnicos da Refer contactados pelo PÚBLICO dizem que esta é uma proposta "cega" e que ignora a importância das redundâncias do sistema. Por exemplo, a Linha do Oeste serve de alternativa à Linha do Norte e a do Alentejo à do Sul. O encerramento conjunto do ramal de Cáceres e da Linha do Leste privaria Portugal de qualquer ligação ferroviária a Espanha a sul de Vilar Formoso, aumentando a distância dos portos de Sines, Setúbal e Lisboa a Madrid e à Estremadura espanhola. 

No Douro, o encerramento da linha a jusante da Régua compromete o desenvolvimento turístico da região, que é património mundial. Paradoxalmente, o que os autarcas da região têm vindo a pedir é a reabertura do troço Pocinho-Barca de Alva para fins turísticos e para aproximar a região do mercado espanhol.

Outro paradoxo é a linha entre Guarda e Covilhã, na qual a Refer tem investido, nos últimos sete anos, dezenas de milhões de euros e onde decorrem presentemente investimentos de 7,7 milhões de euros para reparação de túneis. Este troço arrisca-se a não reabrir depois deste dinheiro gasto.

Já sobre a Linha do Oeste havia a promessa da sua modernização, dado tratar-se de uma linha que atravessa uma das regiões do país com maior densidade populacional, unindo um corredor que contém Torres Vedras, Caldas da Rainha, Marinha Grande, Leiria, Figueira da Foz e Coimbra. Um corredor, de resto, que tinha tanto potencial em termos de mobilidade que justificou a construção das auto-estradas números 8 e 17.

"Dizem que a crise é boa para mudarmos hábitos e mudarmos de paradigma. Uma dessas mudanças tem a ver com uma mobilidade mais amiga do ambiente, com o uso do transporte público e o fim do "deus automóvel", mas não é a fechar linhas que isso se consegue. Se se acaba com a infra-estrutura, o comboio, que já hoje é pouco relevante, terá no futuro uma quota ainda mais residual", queixava-se ao PÚBLICO um quadro da Refer que pediu o anonimato. 

Se a Refer ficar aliviada destes 800 quilómetros de linhas, os seus quadros ficarão anda mais sobredimensionados, pelo que, em vez dos 500 despedimentos previstos (PÚBLICO, 14/4/2011), este número poderá chegar aos 800. O Governo actual poderá "comprar" este documento e fechar as linhas sem grandes dificuldades, alegando as imposições da troika e com a vantagem acrescida de o trabalho de casa já ter sido feito pelo anterior Governo socialista. Ou poderá mandar estudar tudo de novo, ou ainda aceitar como bom o estudo em curso na Refer.

O actual conselho de administração desta empresa pública (nomeado pelo Governo de Sócrates) termina o mandato no fim do ano, pelo que dificilmente o novo Governo o substituirá - caso contrário, teria de pagar chorudas indemnizações a administradores, em época de crise.

‘NY Times’ promove Alentejo

27.06.11 | barak

"A cidade de Évora tem charme suficiente para prender a sua atenção por dois ou mais dias." Esta é uma das frases que ilustram a extensa reportagem publicada no jornal norte-americano ‘New York Times’, dedicado à cidade de Évora. 

 

O repórter Andrew Ferren revela os segredos da cidade património da UNESCO, salientando a arquitectura, as igrejas e a comida alentejana, "um pouco mais condimentada do que no resto do País". De resto, gabam-se os vinhos, "baratos e excelentes", e a monumentalidade da cidade alentejana. "Provavelmente, vai querer regressar", garante Ferren, acrescentando depois que Évora merece, por si só, uma viagem mais longa e não apenas como uma extensão de uma visita a Lisboa.

Na reportagem, há ainda referências a Monsaraz, Estremoz, Vila Viçosa, Arraiolos e aos locais arqueológicos da região.

S. Pedro: Évora festeja padroeiro "mais católico" na secular Feira de São João, santo "popular de mais"

27.06.11 | barak
Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
10:38 Segunda feira, 27 de Jun de 2011
 

Évora, 27 jun (Lusa) - Évora festeja o feriado municipal, há 50 anos, no dia de São Pedro, "mais institucional e mais católico", apesar de a grande festa anual da cidade ser, há mais de quatro séculos, a Feira de São João, santo "popular de mais".

Em declarações à Lusa, o especialista em etnografia Rui Arimateia recordou que a Feira de São João está datada de 24 de junho de 1569, por alvará de D. Sebastião, enquanto o feriado municipal de Évora era, em 1942, assinalado no dia 01 de maio.

"Durante muitos anos, Évora foi a segunda cidade do Reino. Daí a importância das feiras aqui realizadas para a economia da cidade e do país", recorda o etnógrafo, observando que a Feira de São João "impunha-se em termos económicos em todo o sul do país, sobretudo no que diz respeito ao comércio de gados" e enquanto "instrumento de regulação dos preços dos produtos agropecuários".

Toda a verdade sobre as perigosas laranjas

25.06.11 | barak

O filme:

http://www.youtube.com/watch?v=WIkaHRFA5V4&feature=share

No Facebook:

Chamem a polícia

por Eduardo Luciano a Sexta-feira, 24 de Junho de 2011 às 16:30

Andavam uns perigosos e subversivos cidadãos a espalhar laranjas de cartolina com frases terrivelmente ofensivas como "a cultura gera riqueza", em plena Feira de S. João, quando a "gerência" da Câmara Municipal mandou a polícia interpelar e identificar os "terroristas" de serviço.

Eu explico melhor. As laranjas com as tais frases "ofensivas" estavam a ser colocadas nas árvores da Horta das Lanjeiras onde funcionam as tasquinhas das Associações do concelho.

A coisa meteu polícia e a identificação de alguns dos "terroristas". As laranjas de cartão foram retiradas pelos funcionários da Câmara e pelos cães de fila da "gerência".

Não será ainda um estado policial mas que para lá caminha, parece não haver dúvidas.

É verdade... as laranjas de cartolina não podiam ser dependuradas porque o "Regulamento" das Tasquinhas não previa essa possibilidade.

Da próxima vez que os ouvir falar em diálogo vou chamar a polícia. Tenho a certeza que a hipocrisia não cabe em nenhum regulamento.

 


Laranjas terroristas nos Público:

http://jornal.publico.pt/noticia/25-06-2011/camara-de-evora-impediu-protesto-de-agentes-culturais-22354411.htm

Câmara de Évora "impediu" protesto de agentes culturais
Por Maria Antónia Zacarias 

Colocar laranjas de cartolina, com citações como "A cultura dá frutos" e "Cultura igual a Cidadania", nas árvores de um jardim da Feira de São João foi a forma escolhida pela Plataforma Cultura Évora para deixar "recados" à câmara local. A PSP acabou por intervir e funcionários da câmara retiraram os cartazes.

Cerca de três dezenas de agentes culturais aproveitaram a abertura das festas populares, anteontem, para mostrarem o descontentamento e a preocupação com os atrasos por parte da autarquia no pagamento de subsídios. A PSP interveio, identificou alguns membros do protesto e uma brigada de funcionários camarários retirou os cartazes. O director do Centro Dramático de Évora, José Russo, um dos identificados pela polícia, disse que se pretendia chamar a atenção "para o esvaziamento a que está votada" a cultura e "para o incumprimento dos apoios que são transtornos difíceis de ultrapassar". As associações continuam "sem receber os mais de 200 mil euros de apoios relativos a 2009 e subsídios de 2010". E quase no fim de Junho "ainda não foi aberto concurso para o financiamento de 2011". "Estamos sem saber o que vai acontecer", prosseguiu. "Se o incumprimento persistir vai prejudicar a vida cultural da cidade e colocar em risco mais de 100 postos de trabalho."

O actor e dirigente associativo frisa que "este acto de protesto pacífico" foi impedido, "o que releva falta de democracia, o que não se compreende 37 anos após o 25 de Abril". A Plataforma Cultura Évora convocou para 29 de Junho, feriado municipal, uma conferência de imprensa
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Fonte: Sentir Évora

Ladrões de porco pedem desculpa

25.06.11 | barak

Foram ontem recuperados mais dois dos 12 porcos da exposição ‘Pig Parade’, em Évora, que haviam sido furtados. Uma das peças trazia mesmo um bilhete, escrito com humor em jeito de pedido de desculpa, dando conta de que o animal de fibra de vidro tinha sido bem tratado e que voltou por uma boa causa.

 

"Desculpem ter desaparecido por uns dias, mas como não sabia que ia ser útil para uma boa causa, decidi procurar outra família [...]. Fui bem tratado e estimado pelas pessoas que cuidaram de mim", pode ler-se no bilhete que vinha colado ao ‘Smile Pig’, porco criado por um agrupamento de escuteiros. Outra peça recuperada foi o ‘Dummie’, que, tal como o CM noticiou, depois de furtado, teve até direito a um grupo no Facebook criado pelos seus autores – dois estudantes da Universidade de Évora – em apelo à devolução da obra à exposição. Ambos os exemplares foram encontrados num bairro da cidade.

A ‘Pig Parade’ arrancou a 13 de Junho e promove o 2º Congresso Ibero-Americano de Suinicultura, que termina amanhã. Os porcos estão expostos na praça do Giraldo e vão ser leiloados dia 29. As receitas revertem para uma instituição. A base de licitação de cada porco é de 250 euros. 

Temperaturas perto dos 40 graus põem 15 distritos em alerta amarelo

25.06.11 | barak

As temperaturas vão subir no continente já neste sábado. Com a temperatura máxima de 39º para Beja e Évora. 

No domingo, os termómetros continuam a subir. Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal vão atingir os 38 graus. Portalegre e Beja 39 graus, e Évora vai ser a cidade mais quente, com 40 graus, segundo os dados do Instituto de Meteorologia.

Por isso, a maioria dos distritos vão estar em alerta amarelo entre as 7h de sábado e as 22h de domingo, devido às temperaturas altas. Só os distritos de Faro, Porto e Viana do Castelo mantêm-se em alerta verde.

Na segunda-feira, prevê-se que as temperaturas desçam.

O alerta amarelo é o segundo mais fraco de uma escala de quatro alertas, que começa no verde e termina no vermelho.