Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

O exemplo de Évora

Évora é uma zona de confluência de rotas entre Lisboa e o Algarve e entre o litoral e Espanha.

A rede rodoviária já existente, a rede ferroviária que está ser projectada, o anel de fibra óptica que une os municípios da região e a rede inteligente de electricidade (InovCity) são vantagens competitivas em termos de infra-estruturas. As autoridades, em particular a Câmara de Évora e a Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, querem agora atrair empresas e talentos para a região. A Universidade é, por isso, uma arma de desenvolvimento que é necessário potenciar, quer para a formação de novos quadros, quer para desenvolver parcerias com empresas. Mas a Academia também pode ajudar a dinamizar ‘start ups' e ‘spin-offs' em áreas que vão da mecanização da agricultura, às energias renováveis, genética molecular, mecatrónica e química. O Alentejo tem, basicamente, um terço do território nacional e cerca de 5% da população e do emprego nacionais, o que, aliado às condições que estão a ser reunidas em Évora, cria um ambiente propício à atracção de mais pessoas e pólos de desenvolvimento. Já existem diversos quadros espanhóis a residir em Évora e a trabalhar em Espanha e há, pelo menos, uma empresa com cerca de cem ‘designers' que se fixou na cidade e exporta os seus serviços para todo o mundo. Mas ainda há um longo caminho a percorrer. A cidade conta com perto de 2.500 empresas que empregam cerca de 17 mil pessoas e facturam 940 milhões de euros. Évora é, neste momento, um exemplo a seguir e tem condições naturais para crescer muito no futuro próximo. Basta, para isso, que os agentes económicos tomem consciência das condições ali existentes e tomem decisões. Património Mundial da Humanidade, Évora é o exemplo de uma zona com História e tradição que se está a projectar para o futuro.

publicado por barak às 19:26
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

Maioria das lojas do Évora Shopping está pré-comercializada

A maioria das lojas do Évora Shopping, centro comercial em construção na cidade alentejana e previsto abrir em 2013, já está «pré-comercializada», o que os promotores qualificam como «um grande sucesso», perante a atual crise do país.

 

 

«A comercialização está a ser um grande sucesso, em contra ciclo com o enquadramento geral da economia. Neste momento, existe uma pré-comercialização superior a 60 por cento», revelou hoje à agência Lusa a administração da Imorendimento.

 

A Imorendimento e a Madford Developments, através da joint-venture EVRET, são as promotoras do conjunto comercial a que pertence o Évora Shopping, cujas obras arrancaram em agosto passado.

Diário Digital / Lusa 

publicado por barak às 20:03
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Évora: “Aqui há baile” para promover e salvaguardar “património tocado e dançado português”

As danças de raiz tradicional, sobretudo as do Alentejo, vão estar em destaque, em Évora, de hoje a sábado, durante a iniciativa “Aqui há baile”, para divulgar e salvaguardar o “património tocado e dançado português”.
A iniciativa pretende “recuperar os bailes que antigamente existiam e que se realizavam com muita frequência em todo o lado, com partilha e diversão entre os músicos e o público”, explicou hoje à agência Lusa Mercedes Prieto, diretora artística do “Aqui há baile”.
Promovido pela PédeXumbo – Associação para a Promoção da Música e da Dança, de Évora, o evento integra oficinas de danças, espetáculos de dança, bailes, encontros de tocadores e bailadores e uma ação de formação em dança.
Do programa do “Aqui há baile”, destaque para o espetáculo “Lengas-Lengas Dançadas”, pelo Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo (Évora), e para uma demonstração do varapau, orientado pelo Rancho Folclórico do Cano, de Sousel (Portalegre).
Além das saias, contradanças, mazurcas e fandangos, o evento prevê também a exibição de danças tradicionais da Galiza (Espanha), com o espetáculo “Tradicción”, pela companhia Nova Galega De Dança, marcado para sexta-feira, às 21:30, no Teatro Garcia de Resende.
Não queremos que a técnica da dança tradicional seja vista apenas como um recurso dos ranchos folclóricos, que dançam para o público, mas que seja uma forma de as pessoas se relacionarem e conviverem entre si”, defendeu a diretora artística do festival.
Mercedes Prieto considerou que, atualmente, “a forma de dançar está um pouco deteriorada”, fruto das alterações sociais, e que o público de hoje em dia não dança, porque “os músicos sobem ao palco, colocam o volume muito alto e as pessoas ficam a olhar”.
É isto que queremos que deixe de acontecer”, sublinhou.
O “Aqui há baile” começou em 2004, com a primeira edição a decorrer em Nisa, seguiu-se Miranda do Douro (2005) e Grândola (2007).
publicado por barak às 12:25
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Évora: Governo pondera transferência do Comando da PSP

A transferência do Comando da PSP de Évora, que tinha sido decidida pelo anterior Governo, está a ser ponderada pelo Ministério da Administração Interna.
O ministro Miguel Macedo, que esteve ontem em Évora, explicou que ainda não há uma decisão definitiva sobre o futuro do comando.
Existe um contrato que estava assinado e que tem prazos”, por isso, “é uma situações que está a ser avaliada, justamente, para saber qual o destino final das instalações do Governo Civil de Évora, que ainda não se sabe, porque também depende da situação jurídica criada em relação instalações que eram para a PSP”, adiantou.
A “nova casa” da PSP de Évora devia ter aberto no início deste ano num novo espaço junto à rampa do Seminário.
publicado por barak às 12:24
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

Dez anos da iniciativa “Dia sem Carros” têm pouco para mostrar

Dez anos depois de ter sido criado, o famoso “Dia sem Carros”, integrado na Semana da Mobilidade, tem pouco para mostrar e o automóvel continua a fazer parte da rotina dos portugueses.

Na zona central do centro histórico de Évora, a utilização do automóvel “continua actualmente a ser a regra”, apesar de a cidade aderir todos os anos à campanha do Dia Europeu Sem Carros, a 22 de Setembro. A opinião foi transmitida à agência Lusa pelo presidente do Grupo Pro-Évora, Celestino David, uma associação de defesa do património da cidade, que faz um balanço negativo sobre os resultados concretos da iniciativa na circulação na zona da acrópole de Évora. 

“A utilização do automóvel continua hoje a ser a regra e em muitos casos mal, em particular na zona central do centro histórico, onde estava previsto ser vedado gradualmente o trânsito”, disse. 

Da campanha europeia, lançada há cerca de uma década, Celestino David considera que em Évora “fica muito pouco”, depois de a iniciativa ter caído na rotina e ser hoje “um dia igual aos outros”. 

O arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles desvalorizou a iniciativa “Dia Sem Carros”, considerando que “não serve para nada”. “É uma iniciativa com muito boa vontade, mas que não vai ao fundo das questões, não resolve os problemas, não serve para nada”, disse o arquitecto paisagista. 

Para Gonçalo Ribeiro Telles, “o problema da mobilidade é uma consequência da organização do território e do ordenamento do território” e a sua resolução depende da “vontade política, da acção política e da intervenção”. 

Quanto à própria Semana da Mobilidade, a docente universitária Ana Bastos admite que a pouca adesão dos municípios terá por base as actuais dificuldades económicas do país. 

Esta investigadora do Laboratório de Urbanismo, Transportes e Vias de Comunicação, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra, realçou que o “pico da adesão” à iniciativa, em Portugal, verificou-se em 2007, com 83 candidaturas. 

Este ano, dos 308 municípios portugueses, apenas 61 participam na Semana Europeia da Mobilidade, o que traduz uma adesão de 20 por cento. “Esta menor adesão será claramente fruto da conjuntura económica”, disse Ana Bastos, ao ressalvar que “há um esforço positivo” da generalidade das autarquias no sentido de melhorar a qualidade ambiental das áreas urbanas, apostando nos transportes públicos. 

A especialista salientou que, apesar das actuais restrições económico-financeiras, o nível de adesão à Semana da Mobilidade não sofreu alterações significativas desde 2007. 

Em 2008, foram 69 as autarquias envolvidas, número que subiu para 75 no ano seguinte, descendo para 66 em 2010. 

“Não se trata de uma moda. Há hoje uma maior sensibilidade dos cidadãos e dos autarcas para a necessidade de contribuir de forma significativa para a alteração modal”, que passa por um aumento da procura dos transportes colectivos, concluiu.

publicado por barak às 14:29
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Lusitano de Évora suspende futebol sénior devido a problemas financeiros

O Lusitano de Évora, que esteve 14 épocas na primeira divisão nas décadas de 50 e 60, suspendeu o futebol sénior devido à “grave crise financeira que atravessa”, disse esta terça-feira o presidente do clube alentejano.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente do Lusitano de Évora, Manuel Porta, adiantou que a decisão de suspender o futebol sénior deve-se à “grave crise financeira” e ao facto do clube estar impedido de inscrever a equipa em provas oficiais, devido a dívidas a antigos jogadores. 

“O Lusitano tem dívidas superiores a 800 mil euros e não há receitas que suportem os encargos do futebol sénior e da formação e que nos permitam pagar algumas dívidas”, justificou o dirigente, garantindo, contudo, que o futebol de formação “vai continuar”. 

A equipa sénior do Lusitano de Évora, que deveria competir na Divisão de Honra da Associação de Futebol de Évora (AFE), “está suspensa, mas não terminou definitivamente”, assegurou, explicando que, quando houver condições financeiras, o clube “volta a ter futebol sénior”. 

O presidente do histórico clube alentejano considerou que os problemas financeiros do Lusitano de Évora surgiram na sequência da construção do novo complexo desportivo da Silveirinha, onde a selecção portuguesa de futebol estagiou antes de participar no Mundial da Alemanha, em 2006. 

“É inquestionável que todo este problema de natureza financeira tem a ver com o ruinoso e devastador negócio imobiliário em que as anteriores direcções colocaram o Lusitano, porque, hoje em dia, o clube não tem património e não tem dinheiro, sobram-lhe as imensas dívidas”, lamentou. 

Manuel Porta afirmou ainda que o futuro do Lusitano de Évora “é uma incógnita”, mas disse estar a trabalhar para tornar o clube viável.

publicado por barak às 14:26
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

Governo português estuda possibilidade de TGV apenas com uma linha

Lisboa - O governo português está a estudar a possibilidade de construir a ferrovia de TGV (trem de grande velocidade) apenas com uma uma linha de circulação.

Segundo noticia nesta segunda-feira (19) o jornal Público, o objectivo será evitar a perda do financiamento europeu e não pagar as indemnizações dos contratos já estabelecidos com empreiteiras em caso de suspensão do projecto.

O governo poderá vir a executar a linha do TGV entre Caia e o Poceirão, mas apenas com uma via. O plano prevê, no entanto, que um troço de 44 quilómetros entre Évora e Vendas Novas teria duas linhas. Se este estudo vier a ser concretizado, haverá poupança entre 300 a 400 milhões de euros, de acordo com o jornal.

Este plano contempla também uma linha de mercadorias, entre Évora e Caia. Já a estação de Évora, em vez de um edifício projectado pelo arquitecto Souto de Moura, que custaria 100 milhões de euros, teria uma gare apenas para permitir a entrada e saída de passageiros.

Segundo o Público, este projecto não reduziria muito os custos, pois as expropriações, terraplanagens, pontes e viadutos continuarão a ter de ser feitos como se estivesse a ser construída uma via dupla.

Oficialmente, o governo diz que o projecto do TGV está em fase de reavaliação, estando em curso reuniões e negociação, sem adiantar mais pormenores.

publicado por barak às 14:16
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